Caxias do Sul

Caxias do Sul, 8 a 11 de agosto de 2011.

A caminho de Caxias do Sul, fizemos uma rápida parada para almoço em Nova Petrópolis e, para nossa sorte, estava ocorrendo o festival internacional de folclore da cidade. Tinha apresentações musicais e de grupos de danças de diversas regiões como México, Argentina, Uruguai, Peru, Estados Unidos, Japão, entre outras. Além das danças havia também uma feira de artesanato e artigos regionais. Aproveitamos para comer um prato típico da região, pão com salsichón e chucrute. Chovia muito e por isso não estendemos o passeio pela cidade, entretanto tivemos a oportunidade de assistir as danças tradicionais mexicanas. Teve dança com facões apresentado por um casal… imagina se eles brigam antes da dança, você arriscaria? Outras que eram com sapateado, e teve até lambada com um rebolado que nunca tinha visto igual. Achamos a decoração da praça do evento muito interessante. A decoração do jardim era feita com repolhos de vários tipos. Taí uma cidade que ninguém passa fome, mas com essa dieta dá até pra utilizar a população como fonte de gás natural.

 

Jardim de Nova Petrópolis

 

Seguimos para Caxias do Sul e lá nos hospedamos na casa da Tia Fátima, tia avó da Hanna. Ela é uma senhora de 83 anos com uma vitalidade incrível, muito religiosa e divertida. Ela é uma boa referência para qualquer viajante. Já visitou os quatro cantos do mundo e participou de diversas aventuras. Andou sobre camelo, elefante e búfalo, tem foto empalhando onça, saltando de parapente, fazendo trilha em geleiras, segurando cobra, jacaré, dando de mamar para filhotinho de leão… bom, já dá pra ver que é uma senhora especial . Fomos recebidos como reis, servidos com jogo de louça dourado, muito chic. O quarto onde ficamos era um pouco intimidador para uma casal de deseja exercer o seu ritmo sexual do dia a dia, pois tem vários anjos na parede, um quadro do J.C. atrás da cama, escultura da Santa Ceia em um criado mudo, no outro haviam santinhos e na parede o quadro da virgem Maria. Mas nada que impeça o amor sublime.

 

Tia Fátima com sua cítara

 

Na cidade fomos visitar o zoológico e o Museu de Ciências Naturais da UCS. Zoológico, independente do lugar, nos traz muita tristeza. Animais que vivem em espaços confinados são sempre muito apáticos, parece que passam o dia esperando a morte chegar. Em alguns casos acreditamos que até seria viável manter alguns animais em cativeiro, como um gavião que tinha apenas metade da asa esquerda, na natureza com certeza ela seria presa fácil. Ou animais silvestres que foram criados fora de seu ambiente e não teriam condições de sobreviver no seu habitat natural. Não sei se este seria o caso de todos aqueles animais, a vontade que dava era de soltá-los, mas…

O Museu de Ciências Naturais é um local que sempre procuramos visitar. Em geral, é através dele que você pode conhecer melhor sobre as espécies da região em que você se encontra. Em Londres por exemplo, o museu de ciências naturais é excelente, mas lá, dificilmente você encontrará as espécies da região sul do Brasil, no entanto, em Caxias você pode apreciar e conhecer um pouquinho mais sobre os animais que nos rodeiam. Uma das surpresas que tivemos durante a visitação foi ter identificado que algumas doações que estavam no museu foi feita pelo tio avô da Hanna, o Paulo Giron. É sempre bom saber que tem alguém na família que apoia a ciência.

 

Frajola finalmente conseguiu...

 

A Mona, prima da Hanna, talentosa curadora de Caxias sempre atualizada com o que tem de bom na cidade nos proporcionou deliciosos momentos. Aproveitamos para visitar a vernissage de Rafael Dambros realizada pela Mona, lindos quadros e um coquetel delicioso além de pessoas muito agradáveis. Conhecemos também o bar e restaurante Curinga, ambiente aconchegante e pratos deliciosos. O Julio e a Mona pediram a torre de filé…  três fatias grossas de filé mignon intercalados com queijo e palmito, e a Hanna pediu um filé à bordelaise, carne com molho de vinho e cogumelos… não deu nem pra encarar uma cervejinha depois dessa.  Lá, nos divertimos muito com a historia de um cara que a Mona e os amigos a muitos anos notam nos ambientes que frequentam. Sempre que vão a algum lugar lá ele se encontra, o onipresente “Deus”, como eles o apelidaram. Certo dia, em um bar qualquer, Mona e seus amigos, enquanto tomavam uma cervejinha, notaram que o recinto estava abençoado com a presença de “Deus”. Foi então que alguém mencionou que o nome dele é Ivo, que pela fonética da língua inglesa lembra EVIL. Por coincidência, o código na comanda da Mona era 666. Foi então que lembraram que as vezes o outro, lá de baixo, se apresenta em forma do seu oponente. Eis que eles então ficaram na dúvida. Óbvio que quando fomos ao Curinga Bar fomos abençoados (ou não) com a presença do próprio. Conhecemos também o Mississipi Blues Bar, aconchegante, com muita bebida boa e ambiente super arrojado. A Hanna não se aguentou e pediu uma Guinness.

 

Torre de filé no Curinga Bar

 

Em Caxias não fizemos o turismo normal, aproveitamos a gastronomia local e um pouco da vida noturna. Antes de irmos embora, seguindo a dica da Mona, resolvemos fazer algo diferente. Fomos então a um estande de tiros, descarregar um pouco nossas “munições”. O primeiro tiro da Hanna foi certeiro na testa, porém o tiro perfeito que ela mirou direitinho e viu que deu certo foi mesmo nos bagos do alvo. Primeiro ela mata, depois tira a “vida”.

 

Descarregando...

 

Canela e Gramado

Canela  e Gramado, 5 a 7 de agosto de 2011.

Canela

Canela é uma cidade bastante charmosa que oferece várias atrações. Primeiro vale a pena passear pela cidade, ver a arquitetura bavariana, a organização dos jardins e das lojas, entrar nas lojas de chocolate e ficar entorpecido pelo cheiro. A Caracol produz chocolates divinos, sendo que um deles parece uma bolachinha que em cima tem pedacinhos de frutas secas, amêndoas e nozes, cada mordida é um novo sabor. No centro da cidade tem uma imponente igreja de pedra que durante a noite possui uma iluminação especial que muda de cor a cada 2 minutos entre verde, azul, amarelo e vermelho (macabro).

Catedral de Canela

Existem vários parques de aventura na região, com cavalgadas, rapel, passeios de quadriciclos e tirolesa. Um deles é o Parque Estação Verde, no qual fizemos uma tirolesa de 540 metros com o custo de R$35,00. Dizem que é um dos maiores do Brasil, mas é bem tranquilo, podem arriscar sem medo,  o legal é que você vai deitado de frente com os braços abertos tipo superman e, no meio do caminho, você ainda aprecia a serra e toda a paisagem em torno, pena que acaba rápido. Segundo a Hanna as tirolesas que seu pai fazia quando ela era criança eram mais emocionantes.

Julio na Tirolesa do Superman

Outro parque que fomos visitar é o Parque das Sequóias, achamos interessantíssimo,  você também vai adorar caso seja um amante da natureza. Nos anos 50 um casal resolveu reflorestar a área com espécies de pinus, sequóias, cedros, entre outras de diversos lugares do mundo. Para a visitação, você recebe um catálogo com a descrição dessas espécies. Cada árvore tem um código que você encontrara facilmente no catálogo, mas melhor do que conhecer espécies diferentes é sentir o cheiro, poder tocar e sentir as diferentes texturas. Para nós, que estamos acostumados a fazer trilhas em meio a mata nativa, este parque se demonstrou um ambiente muito diferente. Tem até uma mini floresta negra e árvores que são consideradas o último exemplar vivo do planeta. Infelizmente algumas árvores do parque foram derrubadas pelo tornado a pouco tempo atrás e alguns trechos da trilha foram bem atingidos, esperamos que logo consigam recuperar estas áreas.

Hanna e a Sequóia

O Parque do Caracol é imperdível, a cascata do Caracol é maravilhosa, pena que não deu pra descer até o pé da cascata, pois a escadaria (de 900 e cacetada de degraus) estava em manutenção. Tem um espaço muito legal com churrasqueiras e mesinhas para os visitantes aproveitarem para passar o dia. No meio do parque tem uma graciosa casinha com alguns animais empalhados como gato do mato, porco espinho, raposa do mato, entre outros, além de um mostruário de diversos tipo de madeiras nativas.

Cascata do Caracol

Para comer, o Luiz e a Lara nos levaram no Empório Canela, um local muito aconchegante que  possui pratos com carnes, risotos, sanduiches, bolos, cafés, objetos de decoração e livraria com sebo. O local é de super bom gosto e com preços muito acessíveis. Comemos um aperitivo delicioso que se chama provoletas, são pequenas rodelinhas de provolone levemente aquecidos cobertos com tomate seco picadinho com rúcula e temperinhos, o provolone fica macio e saboroso.

Gramado

Em Gramado passamos pouco tempo na cidade pois é a semana do festival de cinema. A cidade está completamente lotada, com muitos carrões de luxo, peruas e mauricinhos desfilando pela cidade e fotógrafos atrás dos artistas que participando festival.

Festival de Cinema de Gramado

Visitamos o Templo Budista Chagdud Gonpa Khadro Ling que fica em meio a um vale distante da civilização, não tem como deixar de sentir uma sensação de paz. Os jardins ao redor dos templos são bem elaborados. Lá, encontram-se vários cachorros andando solto, aparentemente muito bem alimentados. O que achamos estranho foi a segurança ao redor dos templos, com várias câmeras e identificação na portaria. Em 2009 estivemos em outro templo em Foz do Iguaçu e não tinha metade da segurança que encontramos nesse. Alguém já havia nos comentado que os manuscritos trazidos a este templo são alguns dos ensinamentos mais importantes do budismo, e lá realmente confirmaram que estes manuscritos trazidos para o ocidente são uma honra para o Brasil. Acreditamos que devido aos conflitos do Tibet com a China eles foram trazidos pra cá para poderem ser preservados caso algo aconteça. O que achamos legal desta religião é que eles não tentam te extorquir e nem tentam vender um pedacinho no céu, além de respeitarem todas as formas de vida, inclusive as formigas. A Hanna até se emocionou, pois eles fizeram várias proteções nas calcadas para dar passagem as formigas, para quem não sabe ela ama formigas.

Templo Vermelho

 

Não pise nas formiguinhas!

 

Para todos os adultos e crianças, não deixem de ir no Mundo a Vapor, lá você vai acompanhar parte das grandes descobertas da engenharia mecânica no século passado. Como era feito a geração de energia na época até os tempo atuais, produção de papel, olaria, moinhos, café, bilhetes de trem e até relógio a vapor tem lá (um de dois exemplares existentes no mundo), entre outros, tudo através de pequenas maquetes que traduzem a realidade. Cada máquina em funcionamento tem um instrutor que explica detalhadamente como funciona. É impressionante ver todas aquelas maquininhas trabalhando.

Mundo a Vapor

Não podemos deixar de agradecer a estadia da Lara, do Luis e da Luiza, vamos sentir muita falta dessa família tão querida e dos bolos deliciosos que a Lara faz.

Luiza, Lara e Luiz!

Aparados da Serra

Aparados da Serra, 03 de agosto de 2011

Saímos de Torres em direção à Praia Grande que, apesar do nome, a cidade fica no interior. Lá, uma atenciosa senhora nos indicou para virar na “bificação”, e que não tinha “ploblema” que era tudo muito pertinho. Fomos ao pé do Cânion Malacara e lá já deu pra ter uma noção do visual que nos esperava. Próximo dali fizemos o nosso primeiro “picnic” regado de frutas e da metade do Xis que sobrou da noite anterior. A grande aventura que tivemos ali na região foi passar por debaixo dos postes que estavam bem inclinados por causa das ventanias da noite anterior.

Seguimos em direção à Serra do Faxinal. A estrada é dividida em fases, um trecho com asfalto e outro com terra e pedras. O trecho asfaltado está bem sinalizado, placas indicam para ir devagar pois existem skatistas na pista!!! Por isso, não abusem se forem por esta serra. Começamos a sentir a temperatura cair durante a subida, quando parávamos para observar a paisagem. O vento estava forte e de vez em quando vinham nuvens perdidas com gotículas de chuva que se transformavam em gelo.

Fomos direto para o Cânion do Itaimbezinho. O tempo estava variando muito, as vezes sol, as vezes chuva, as vezes gelinho, mas nada que nos impedisse de deslumbrar o visual do Cânion. Existem três trechos ao redor do Cânion, um curto, bem estruturado com calçadinhas, um longo que é uma agradável estrada de chão cheia de pedras e buracos e, para os mais ousados, tem um que não nos arriscamos, pois a responsabilidade não era do parque e ainda tinha o risco de sermos presos pelo Ibama.

Canion do Itaimbezinho

Após a visitação fomos em direção a Cambará do Sul para ficarmos, a princípio, duas noites. A hora que chegamos, a temperatura estava em torno de três graus. Já havíamos visto uma pousada para ficar, mas infelizmente estava lotada. Eles nos indicaram uma outra pousada que, para o nosso azar, a Hanna já havia se hospedado com a turma da faculdade e a lista de reclamações era grande, mas na falta de opção era o que poderíamos pagar… mas a lista de reclamações ainda continua grande e então optamos por ficar apenas uma noite. Existem pousadas maravilhosas na região, mas o preço é de lua de mel pra cima. Fomos jantar na Pizza Retrô, que fica em frente a praça. Era bem aconchegante e tem uma pizza de abobrinha com alho e azeite que é de comer de joelhos de tão boa. O cardápio e suplá do prato eram de discos de vinil e o do Julio era do Ramones… que desperdício. Lá, fomos atendidos pelo Felipe, um garçom super atencioso que nos entreteu e colocou um aquecedor  bem pertinho da gente, serviço VIP. Conversamos com dois clientes que estavam a trabalho na cidade, um Gaúcho e um Argentino, eles fazem um trabalho muito legal nas industrias de celulose para reaproveitamento dos resíduos desperdiçados. Eles nos deram várias dicas de viagem,  claro que já anotamos tudo na hora para colocar no nosso roteiro.

Cambará do Sul, 04 de agosto de 2011

Pela manhã, fomos visitar o Cânion de Fortaleza. Estava frio e com ventos fortíssimos. Como lá não tem nenhuma estrutura de segurança, as pessoas magrinhas chegavam próximo da beirada timidamente contra o vento e nós, com nossos corpos bem alimentados, não tivemos esse problema. Os campos em volta estavam maravilhoso, os pastos estavam bem dourados e dançavam com o vento. No caminho colocamos um bom rock e parecia que os campos estavam curtindo, como se fossem metaleiros chacoalhando a cabeça.

Canion Fortaleza

Paramos em Cambará para almoço e decidimos que iríamos em direção à Canela, mas antes faríamos uma rápida parada na Cascata do Venâncio. Aí começou a nossa grande surpresa, no caminho da Cascata uma Land Rover Defender com de lama até o teto nos ultrapassou e estava indo na mesma direção. Lá estavam eles visitando a cascata e notamos que o motorista era guia da região. Como quem não quer nada ficamos próximos do grupo para pegar dicas dos melhores visuais para tirar fotos e aos poucos nos aproximamos do pessoal.

Cascata do Venâncio

O Guia Estéfano achou uma jararaca e já veio todo animado para mostrar ao grupo, composto de três portugueses. Perguntamos ao Estéfano se havia um caminho por dentro para ir a Canela e ele disse que estava indo visitar mais uma cachoeira e que de lá havia uma estrada que ia direto e que poderíamos ir seguindo eles para ver a cachoeira que, na opinião dele, era a mais bonita. Fomos mesmo assim, apesar de nunca termos ouvido falar. Ele tinha razão, a Cascata Passo do S era espetacular, não precisamos falar muito, pelas fotos você vai entender.

Cascata do Passo do "S"

O detalhe é que chegando lá a estrada acabava e continuava depois do rio… que não era um simples córrego. Estéfano disse para segui-lo no rio… na hora gelamos, entrar no rio que fica em cima da cascata que acredito ter mais ou menos 20 metros? Fomos… cagados de medo… mas chegamos do outro lado, tremendo e cheios de adrenalina. Perguntamos então ao Estéfano se dali era so seguir a estrada para chegar a Canela e ele disse bem tranquilo “não, essa não é a estrada. Passar o rio foi só diversão, a estrada é por outro lado…”. Tivemos que passar o rio pela segunda vez…  mais adrenalina! Seguimos ele até um campo para curtimos o pôr do sol com a turma, as portuguesas eram super animadas e ficaram bem felizes com as aventuras.

Travessia do rio no Passo do "S"

Travessia do Rio no Passo do "S"

Nós já estávamos extasiados, porém, mais abaixo, visualizamos mais um rio para atravessar. No meio do rio tem uma ilha “do passo do S” onde aventureiros ficam ali para acampar. Fomos ate a ilha by rio, saímos da ilha by rio  e finalmente seguimos viagem até Canela. Era noite e estávamos tranquilos andando no meio do nada pelo interior, o céu limpo, estrelado e a lua sorridente nos acompanhando. De vez em quando aparecia uma luz perdida de alguma fazenda.

Devemos este grande dia de aventura ao guia Estéfano S. Pereira, que nos deu as dicas e nos guiou pelas estradas e rios. Recomendamos a todos que forem a Cambará do Sul a entrarem em contato com ele. Segue o contato: estefano@canions.tur.br  e site www.canions.tur.br .

Estéfano na Land Rover Defender

 

Por do sol com Estéfano e os Portugueses

 

Chegamos em Canela e tivemos a recepção muito calorosa da Lara, prima do Julio, Luiz (maridão da Lara) e Luiza (filinha linda do casal). A casa deles é super aconchegante, e nos receberam com uma janta deliciosa. Antes de dormir já tinha gelo em cima do carro, pena que não pegamos neve, mas dormimos com muita satisfação.

Torres

Torres, 02 de agosto de 2011

Partimos com muita sorte, muito sol e muito sono, pois estávamos ansiosos para começar a nossa trip e acordamos muito cedo. Alguns nos perguntaram: “por que ir a Torres?”, dizendo que não havia nada muito interessante, mas discordamos totalmente. O visual é bem diferente do que estamos acostumados em Florianópolis.

Torre Sul

Assim que chegamos a Torres fomos direto à prainha, onde o Julio se surpreendeu com a paisagem. Ventava muito e as ondas “vaporizavam” formando arco íris. Visitamos  e recomendamos o Morro do Farol, o Morro das Furnas, o Parque e a Praia da Guarita, onde tem a Torre Sul, que é lindíssima, a Lagoa do Violão e a Praia dos Molhes com a assustadora ponte pênsil, na qual a Hanna não teve coragem de atravessar, hehehe. As trilhas dos morros são fantásticas, das quais pode-se ver todos os arredores e praias de Torres. Nota 10.

Praia da Guarita

Tentamos fazer o passeio de barco, mas era necessário formar uma turma de vinte pessoas, pena que não foi possível. O barco vai até a ilha dos lobos e dá para ver os lobos Marinhos. Também nesta época do ano é possível ver baleias que vem para comer os lobinhos… não vai ser dessa vez que vamos ver este banquete.

Procuramos camping para ficar, mas esta época do ano estavam todos fechados (pra não dizer abandonados) e, como banho faz parte de uma de nossas necessidades, resolvemos ficar no hotel Costa DalPiaz… aprovadíssimo.

Morro das Furnas

Curiosidade… alguém sabe o que é isso na próxima foto? Encontramos este “treco” na entrada da praia da Guarita. Surpresa total. Batemos fotos e filmamos. O treco se mexia em grupo… muito loco.

Suruba de biras

Curiosidade número 2: O Julio está feliz que descobriu que se lavar bem entre os dedos do pé, as chances de ter chulé diminuem em 80%, ensinamentos do Beakman.  Essa teoria foi comprovada após um dia inteiro de caminhadas, e o melhor que a solução para os outro 20% está no clássico talco granado. Jantamos um X-salada pequeno, mas acho que eles não tem muita noção de tamanho, nem chegamos na metade… o bom é que teremos almoço para o outro dia.

Hoje 03/08/2011 estamos indo para Cambara do Sul.