Machu Picchu

Machu Picchu, 4 e 5 de março de 2012

 

Enfim, Machu Picchu!

 

Seguimos então para Águas Calientes, a pequena cidade que fica a poucos minutos da cidade perdida. Assim que o trem desembarca começa o saldão de hospedagens, promoção de todos os tipos. Aconselhamos a conferir os quartos antes de pagarem, não foram poucos os turistas que encontramos reclamando das condições de higiene das hospedagens. Até que tivemos sorte, os lençóis estavam limpos. A cidade vive basicamente do turismo, isso quer dizer que você comerá mal e pagará caro.

Águas Calientes de noite

A região é simplesmente incrível, montanhas íngremes com uma mata tropical de um verde vivo e entrecortadas por dois rios, a força da água era tanta que com certeza não existe um nível para rafting, provavelmente nível mortal, um cenário hipnotizante.

Quer arriscar um rafting?

Para chegar às ruínas pegamos o ônibus mais caro do mundo, custa USD$ 9.00 só de ida e a duração da viagem é de 20 minutos. Esses são detalhes pequenos quando se conhece mais uma grande obra desses incas malucos que gostavam de morro como ninguém, deviam ter as batatas das pernas mais fortes da humanidade. Queriam estar sempre perto do sol. Como é temporada de chuvas, brinquei com um guia que eles procuravam os topos do morros pra ver se passavam as nuvens pra poder ver o sol, pois na cidade do sol o que menos vimos foi o tal.

Hanna no Machu Picchu

Julio e a vista do Machu Picchu

Hanna em meio as ruínas de Machu Picchu

 

Paisagens Avatarianas

 

Huainapicchu coberto pelas nuvens

 

E lá fomos nós no Huainapicchu, subindo escadarias e mais escadarias, passando por pessoas que pareciam que iam ter um ataque cardíaco durante a subida. Fomos ultrapassados por esportistas e por pessoas que pareciam esportistas, mas encalhavam no meio do caminho. Divertíamos-nos incentivando aqueles que queriam desistir. Por alguns momentos fingimos não estar cansados diante daqueles que desciam com sorrisos irônicos e enfim chegamos. Estávamos perto do sol, oops começou a chover. Incas loucos, depois de toda aquela subida, tinham ruínas de casas lá em cima. Vista privilegiada com certeza, pode-se observar toda a cidade lá de cima, os rios e as lindas montanhas verdes que parecem um cenário do Avatar, só faltavam estar flutuando.

Vista de um dos lados do Huainapicchu

Cansado mas satisfeito

Mais uma vez esses andinos conseguem identificar que a cidade se parece ou com um puma ou com um condor, quase tudo na Bolívia e Peru tem essa forma, que claro só eles vêem.

E ai, alguém vê um condor? Ou é um Puma?

Na volta resolvemos economizar um pouco e ir ate Águas Calientes a pé, para baixo todo santo ajuda, assim pudemos apreciar um pouco mais a paisagem, brincamos de Avatar, cantamos, só faltava um pássaro para nos levar nas costas, foi um pouco cansativo, mas tivemos momentos bem divertidos.

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