Jericoacoara

Jericoacoara

Chegando pelas dunas

Assim que chegamos a Jijoca, que é a porta de entrada de Jericoacoara, fomos barrados por diversos guias, pois a região é um parque e não é possível entrar sem o guia, balela, mesmo assim pegamos um guia para garantir, acho que foi bom mesmo, pois não tínhamos a experiência de andar sobre dunas. O passeio foi tranquilo e divertido, é a primeira vez que vemos a bichinha se aventurar em meio às dunas e devo dizer que ela mandou muito bem. Mas o melhor foi chegar à vila de Jericoacoara, UAUUUUUUUU, as ruas são de areia, as pousadas e restaurantes são muito charmosos, uma mistura de rústico com sofisticação. Bom gosto agregado a um paraíso com dunas e praias de águas turquesa. À noite não tem iluminação pública, o que torna o ambiente ainda mais aconchegante, as pousadas e restaurantes usam luminárias estilizadas, algumas penduram luminárias coloridas pelas árvores e é nesse ambiente de penumbra e cores que encontramos deliciosos restaurantes e, por incrível que possa parecer, sem preços explorativos. Vale a pena provar da gastronomia típica do Ceará e da região, mas também se encontra muitos restaurantes de gastronomia internacional, mas como em qualquer local turístico, os restaurante mais badalados são as pizzarias. O comercio é variado, mas o que domina são lojas de grife conhecidas, o que da pra perceber que tem turista por ali de altíssimo poder aquisitivo. Podemos dizer que gostamos das vitrines, foi o mais perto que chegamos das lojas hehehe.

Wood e João na night de Jericoacoara

Existe um roteiro clássico de passeios na região, ao lado da praia tem uma grande duna onde todos se reúnem no fim do dia para apreciar o pôr do sol. Esta época do ano também tem o pôr do sol da pedra furada, a formação geológica que é cartão postal na região, e o sol se põe bem no meio do buraco. Pelas fotos parecia que era tudo maior, mesmo assim valeu o passeio. No roteiro também não pode deixar de faltar o passeio pelas lagoas da região que tem águas cristalinas e azuladas. Conseguimos negociar um guia local que conhece bem os caminhos da região, pois por ali as estradas muitas vezes desaparecem, cobertas pela areia. No primeiro lago é feita a visitação através de uma jangada que atravessa menos de 100 metros e cobra R$2,50 por pessoa, por isso quem tiver disposição pode ir nadando que com certeza chegara antes da jangada, quando chega tem um restaurante que montou na beira do lago vários banquinhos e redes, eita vidinha mais ou menos, depois fomos para a Lagoa Azul que é tão linda quanto e tem mais ou menos a mesma estrutura. Sol, sombra, câmera, cerveja gelada em boa companhia em um lugar paradisíaco, faltou algo? Sorrisos largos e voltamos com aquele ar de satisfação.

E o vento levou…

Redezinha na beira da laguna!! Êeeee coisa boa!

Águas azuis da Laguna…. Azul

Outro passeio que também foi feito é a visita aos cavalos marinhos, um passeio de 5 a 10 minutos que custa R$10 por pessoa para avistá-los à beira do mangue, no barco vão até 10 pessoas. Pense, 10 minutos, 10 pessoas, R$10 por pessoa… são R$10 por minuto. Pra que estudar?

Cavalo marinho do mangue

Passamos pelo mangue seco, cruzamos com o carro através de um canal em uma balsa (+ ou -), conduzida por um bambu, o risco é grande, pois se algo acontece não tem seguro que cubra. Seguimos então para a lagoa do Pinguela, lá os restaurantes costumam mostrar o cardápio ao vivo, trata-se de uma bandeja onde são mostrados os peixes, lagostas e camarões frescos para que você aprove e escolha o que vai comer na hora. A lagoa tinha uma cor leitosa, um pouco diferente dos outros que já havíamos visitado, porém tinham vários esportistas curtindo um kite surfing, especialmente um parecido com o Thor, que ficou se exibindo. A mulherada babava.

Dando um jump!

Wood, João e Hanna na pedra furada

João e Julio na balsa para o mangue seco

Final de tarde na praia de Jericoacoara

Final de tarde em Jeri

Anúncios