Chuy

Chuy (Parte 2), 6 e 7 de setembro de 2011 – Uruguay

Mais uma vez fazendo o mesmo caminho, mas ele parece cada vez mais lindo. No retorno ao Chuy, paramos em vários pontos para tirar fotografias. Fomos curtindo o bom e velho rock e apreciando os campos que ficavam pra trás. Muita paz de espírito. Muitos pássaros, vacas, pastos, banhados e um céu limpo com o delicioso azul do inverno.

 

Parque do Taim

 

Voltamos novamente para o albergue que havíamos ficado anteriormente. Os donos, muito atenciosos, nos fizeram até um desconto. E não sabíamos que teríamos um café da manhã tão delicioso, simples, mas tudo muito saboroso, coisa que pra quem é alberguista sabe que é muito raro.

Hostel Etnico em Chuy

Sedemos ao consumismo para as últimas compras de uma lista que parecia não ter fim. Faltou só o meu pipi móvel, também conhecido como penico (ou banheiro químico). O Júlio está me enrolando até agora pra comprar. Acreditem que procurei pelo meu penico em Santiago e ele não teve coragem de entrar na loja comigo! O bom é que peguei várias dicas com a vendedora. Ela me disse que a melhor coisa para tirar odor das necessidades é cal. Então amigos, se por algum motivo faltar água e você não puder contar com a maravilhosa descarga, coloque cal pra disfarçar. Parece tolice falar disso, mas quando estamos fora a gente começa a sentir falta da nossa privada, nosso assento limpinho, pois conhecemos todas as bundas que passam por lá. Mas a busca continua e vocês vão acompanhar a saga do penico.

Em Chuy (agora com “y” porque é no Uruguay), comemos o tal do pancho. É o cachorro quente dos uruguaios: pão, salsicha tipo frankfurtes (alemã?), maionese, cathup, mostarda, vinagrete e o delicioso molhinho chimichurri! Combinação deliciosa. Aprendemos também uma nova forma de fazer o chimichurri, ao invés de colocar óleo, coloque apenas água, muito mais saudável e fica tão saboroso quanto.

Em Mostardas, o Zezo (pai da Hanna) levou dois livros de Santa Catarina com imagens lindas do nosso estado. Mostramos para o Rodrigo, dono do albergue, que já conhecia bem Floripa. Ele ficou  impressionado, não imaginava que tínhamos a nossa linda serra. Estamos super orgulhosos de mostrar também as belezas que nós temos.

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