Concepcion

Concepción, 5 a 7 de outubro de 2011.

Era fim do dia quando chegamos à cidade e o termômetro marcava 39 graus. A cidade é pequena e fizemos um passeio curto para conhecer os principais pontos turísticos e seguimos para mais um paraíso perdido no Paraguai. Chama-se Rancho El Roble, quem tiver interesse de conhecer: http://www.paraguay.ch/ Fomos recebidos por um alemão muitíssimo divertido, Peter. O rancho é uma surpresa a cada passo. Eles têm piscina com água corrente, quadra de futebol/vôlei, mesa de ping pong, muitos aquários com vários tipos de peixe, uma piscina, um bugio muito simpático, uma sucuri e uma natureza exuberante.

 

Sucuri de estimação

 

A molecada e Dodo. Photo by Martin

 

Para os que têm problemas de aracnofobia, não é aconselhável. Mas para os que apreciam a natureza com todas as suas belezas, terá a oportunidade de conhecer teias de aranhas gigantes, tipo 5 x 4 metros, uma linda arquitetura da natureza, sendo que à noite pode-se observar um exercito de aranhinhas trabalhando sem parar para reparar a construção. Aqui a natureza está em harmonia com os seres humanos. O casal tem três filhos muito inteligentes, as crianças falam 4 idiomas diferentes, inglês, alemão, espanhol e guarani. Não tem como não se encantar. O Rancho é muito conhecido entre os europeus, americanos e canadenses, pena que no Brasil ainda é desconhecido.

 

Rancho El Roble

 

Agora a minha parte favorita desse paraíso, a comida. Quase todos os alimentos que eles servem são produzidos pelo rancho e a mãe dos garotos tem mãos de fada. Vimos sair uma fornada de pães caseiros com massa integral, saboroso e fofinho. Comemos filé de peixe fresco criado por eles. As geléias, manteigas, queijos, são todos caseiros, o doce de leite deles para nós foi um dos melhores que já comemos. O leite vem das vacas criadas lá que possuem nomes de presidentes, fomos visitar a vaca Bush e Lugo. Partimos com a sensação de que poderíamos ter ficado um pouquinho mais e com a intenção de voltar com certeza. Deixamos Catarina em Asuncion e seguimos para Salta, Argentina.

 

Prova de que lá só se como peixe fresquinho...

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