Pelotas

Pelotas, 30 e 31 de agosto de 2011.

Fomos enganados. Primeiro, o hotel parecia um puteiro. Segundo, os banzos (nós) pagaram antecipadamente. Ahhh… se arrependimento matasse! O quarto era um fudum de cigarro, pedimos pra trocar e nos deram o quarto de luxo, não sei o que significa luxo pra eles, mas aquilo podia ser tudo menos luxuoso. Desde quando couro velho, móveis caindo aos pedaços, televisão anos 80, azulejo de florzinha e patente rosa é luxo? Bah…

Mas tudo compensa a partir do momento que você tem uma dose cavalar dos famosos doces de Pelotas. Não deixem de ir na Márcia de Aquino, doceria “tudo de bom”. Tudo lá deve ser bom, mas temos um limite. Experimentamos o quindim de nozes, a cassata de nozes e o chocolate quente com muito merengue. Muito, muito bom.

O fato é que acabamos ficando por lá. De noite, procuramos um bar que tivesse wi-fi, coisa que não tinha no hotel,  mas o som era ou samba ou sertanejo universitário, deixamos pra usar a internet na próxima cidade.

Pelotas não nos impressionou muito. Fomos visitar as charqueadas. Achamos a entrada cara e demos meia volta. Eles precisam aprender com as vinícolas de Bento. Passamos na praia de Laranjal, bonita pra uma praia na beira de uma laguna (bem… pra quem vem de Floripa…). No verão deve ser melhor. O que valeu foi a visita ao parque da baronesa. Mais legal que o parque foi ver o pássaro adestrado do segurança.

 

Praia do Larajal

 

Hanna de pirata

 

A cidade parece que entrou em decadência e não se reergueu. O engraçado é que nos tempo em que Pelotas tinha fama, o pessoal da cidade de Rio Grande ia pra pelotas fazer compras. Hoje a situação se inverteu. Rio grande está muito mais moderna, arrojada e é uma cidade que tem maior poder aquisitivo e também é mais organizada. Pelotas ficou pra traz… mas os doces… esses sim são imbatíveis.

Já notaram que o nome da cidade é “bolas” em espanhol?

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